12.15.2010


“Essa mão que aperta forte,
Essa dor que não quer passar,
Essa lágrima que escorre
É o resultado do breve e eterno grito do silêncio.
Tão breve quanto eterno
Tão barulhento quanto o silencio
Tão dolorido quanto a morte
De algo que não morreu
Talvez não houve morte porque não viveu!
Talvez foi um fim de algo sem começo,
Talvez o desespero do começo
Ou quem sabe a não existência
Mas se viver é sonhar,
Mas sonhar é ilusão, Mas . . .
Eu cansei de ‘mas’,
Eu só quero dormir. SÓ.”

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